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10 de setembro de 2014

Frustrações de uma estudante


Fiz este exame na época normal e de recurso e nessas duas épocas, não passei porque não tinha mínimos. Sabem a frustração de ver na pauta uma nota positiva e à frente aparecer "REPROVADO". É das coisas mais frustrantes que existem nesta vida estudantil. 

Estou agora em época especial e acabei de ver a nota desse tal exame. Fui devagarinho pela pauta até chegar ao meu nome e reparo que tenho mínimos. Imaginem a minha reacção. 



E logo a seguir, vejo na última coluna da pauta "8". 


Então, quer dizer, finalmente tive mínimos, mas não passei na mesma? 
Merda para isto. 

8 de junho de 2014

Isto dava uma novela mexicana


Há uns tempos atrás, encontrei na rua uma rapariga com quem já não falava há algum tempo e ficámos ainda algum tempo a trocar novidades. Perguntei-lhe pelo namorado, porque o tinha conhecido da última vez que tinha estado com ela.

Ela contou-me uma história de outro mundo, em que ele andava com ela e com outra rapariga ao mesmo tempo e passado algum tempo, as duas decidiram falar no facebook e descobriram que andavam a ser enganadas pelo mesmo rapaz. Encontraram-se as duas e decidiram fazer-lhe uma espera para esclarecer a situação. O rapaz ficou sozinho e cada uma das duas seguiu a sua vida. 

Ora, isto aconteceu há coisa de 2 meses. Na semana passada, voltei a encontrar a rapariga e por incrível que pareça, ia de mão dada com o mesmo rapaz. Comecei logo a desaprovar aquele relacionamento na minha cabeça, mas não tinha rigorosamente nada a ver com o assunto. Ela é maior e vacinada, deve saber o que faz. 

Esta Sexta à noite, fui-me encontrar com umas amigas minhas. E para minha surpresa, uma delas andava toda babada exactamente pelo mesmo rapaz. Perguntei-lhe o porquê disso e ela respondeu-me que já andavam a falar há uns meses e há coisa de duas semanas, já vinham a trocar uns beijitos.

Obviamente que, como minha amiga que é, não deixei avançar a coisa e contei-lhe tudo o que sabia. Eu ali, fui toda uma chiba. E este Sábado, aconteceu a mesma coisa. As duas falaram e foram confrontá-lo com a situação. E mais uma vez, o rapaz ficou sozinho e elas foram à sua vida. 

Digam lá que não é uma história digna de novela mexicana? Vai-se a ver e o rapaz ainda tem umas quantas raparigas com quem anda a falar. E às tantas, ainda vai conseguir dar a volta à mesma. 

Não entendo esta gente!

31 de maio de 2014

Linkin Park


Ontem foi dia de ir ao Rock in Rio e portanto foi dia de Linkin Park. Só para vos dizer que foi o melhor concerto da minha vida, amei cada segundo e apesar de ter passado uma hora e meia a saltar e a gritar, para mim foi como se tivessem passado cinco minutos.

É de prever que vou estar sem voz nos próximos dois ou três dias. Queria contar aos meus pais todos os pormenores "histericamente", mas a voz não me permite. 

E agora de volta à realidade, toca a enfiar a fronha nos livros que eles existem é para serem lidos e estudados.

24 de maio de 2014

Uma causa muito nobre


Hoje, uma senhora que estava ao pé de um estaminé todo bem montado, abordou-me na rua para que eu pudesse contribuir para uma causa, como ela disse "Uma causa muito nobre!" e eu até comecei a tirar a carteira para fora para puder contribuir.

Quando ela se virou para mim e disse "Com um mínimo de 10€", aí é que estragou tudo. É que nem sequer tinha esse dinheiro na carteira, nem sequer acho que devam estabelecer "mínimos" quando pedem às pessoas para contribuir para o que quer que seja.

Pode ser um bocado frio da minha parte, mas eram capaz de angariar mais dinheiro se não impusessem um mínimo, do que estar a dizer às pessoas que, para contribuir, ou inchas em 10€ ou não dás nada. Acho que é um bocado perceptível que as pessoas optem pela opção de não dar nada.

Acho que se conseguissem pelo menos 1€ de cada pessoa, o dinheiro aparecia muito mais facilmente. Pode ser pouco, mas é de boa vontade e é bem mais fácil de juntar essas moedinhas pequeninas do que 10€ duma vez. Como diz o ditado popular "Grão a grão, enche a galinha o papo!"

22 de maio de 2014

E ia morrendo outra vez


Isto há-de haver alguma praga à minha volta, porque é o segundo dia consecutivo em que me acontece alguma coisa para me matar.

Hoje, ia descansadinha da minha vida no caminho para apanhar o autocarro, quando começa a chover a potes. Abri o chapéu e colei-o o máximo que conseguia à minha cabeça para ver se me molhava menos. Vou para subir um passeio, quando me falhou o pé e em vez do pé no passeio, fui direita com o meu joelho ao chão. Ainda me tentei equilibrar antes de cair, mas só dei mais impulso para cair mais à frente.

Resultado: Joelho pisado e uns belos cortes na minha mão. 

Para além de portas assassinas, os passeios maquiavélicos também já me perseguem. 

21 de maio de 2014

Ia morrendo


Estão a ver aquelas portas pesadas que rodam tanto para um lado como para o outro? 

No meu departamento existem dessas portas que estavam abertas até trás. Uma delas deve-se ter escapado do suporte que a estava a segurar e de repente vejo uma porta enorme a vir em alta velocidade na minha direcção, só tive tempo de rodar o corpo para a esquerda para ver se a porta não me batia.

Não me chegou a bater, mas a velocidade com que passou por mim até fez com que o vento me fizesse levantar o cabelo. Estão mais ou menos a imaginar a velocidade com que ia a porta, não estão? 

Estas portas assassinas andam-se a sair das cascas, uma pessoa já nem pode andar à vontade no seu próprio departamento que querem logo matar uma pessoa.


12 de maio de 2014

Duck Face


Se há coisa que me irrita é duck face. É que não tem pés nem cabeça, aquilo não simula beijo nenhum. Aquilo, simplesmente, são as beiças espetadas para fora numa tentativa completamente falhada de parecer sensual. Entende-se perfeitamente que se encontre uma foto ou duas destas no facebook duma pessoa, mas mais que isso, já é um exagero.

Isto tudo porquê? Acabei de ver as fotos de uma rapariga que foi da minha turma até ao 9º ano e ela tem precisamente 839 fotos... e juro que não estou a mentir, mas em todas estas fotos que ela aparece ou está com as beiças de fora ou está com a boca aberta de forma a ver-lhe a garganta.

Mas o que é que aconteceu ao tradicional sorriso?

6 de maio de 2014

Colegas de trabalho


Quando há trabalhos de grupo onde há gente que não quer trabalhar, mais vale mandá-los à merda e continuar o trabalho sozinha.

E foi o que eu fiz. Já estou farta de andar atrás do meu colega de trabalho e ele para mexer uma perna precisa fazer requerimento à Assembleia da República para mexer a outra e ainda tem de esperar pela resposta. 

Já desisti de lhe pedir o que quer que seja. Se é para ficar bem feito, tenho que ser eu a fazê-lo sozinha, nem que me mate toda, mas o professor até percebeu qual é que está a ser a minha situação e deu-me um bocadinho menos de trabalho para fazer.

Ele ia apontar-me tudo o que se devia fazer no trabalho, mas em primeiro perguntou "O seu colega?" e eu respondi "Não sei, nem quero saber!". Ele riu-se e pelo menos pareceu entender-me e deu-me menos trabalho para fazer. Foi um querido!

3 de maio de 2014

Engraçado


Engraçado é a cadela dos meus vizinhos chamar-se Farrusca e o meu pai insistir em chamar-lhe Patusca. 

23 de março de 2014

Je suis Portugaise - O mundo é pequeno


Uma amiga da minha mãe deixou a vida que tinha cá e resolveu aventurar-se para França. A verdade é que não se está a desenrascar nada mal lá, o problema é ter ido para lá sem saber falar francês. A única coisa que aprendeu foi "Je suis Portugaise".

Então, um dia, estava ela no metro a caminho de casa, depois de um dia de trabalho, e uma senhora sentou-se ao lado dela e começou a dar paleio em francês, coisa que a amiga da minha mãe não percebeu nada.

Começou a ficar aflita por a mulher estar à espera de resposta e ela sem saber a mais pequena ideia do que dizer, decidiu dizer "Je suis Portugaise... PORTUGUESA... Eu, Portuguesa!" à qual a mulher responde "Ai, é Portuguesa? Já podia ter dito que eu estava aqui a falar do tempo em francês e já me estavam a faltar as palavras!".

Desataram as duas a rir e quando se começam a conhecer melhor, descobriram que são de terras vizinhas e que o pai de uma delas namorou com a mãe de outra nos tempos da juventude deles. E foi preciso irem para França para descobrirem isso.

E assim se começa uma amizade!

6 de março de 2014

É por estas que este país está assim

Hoje, passei por um carro de instrução da escola de condução onde tirei a minha carta de condução. Lembrei-me que logo no primeiro dia, mesmo aquele dia em que me fui inscrever, fiquei logo a olhar de lado o homem da recepção, assim como ele ficou logo a olhar de lado para a minha mãe. 

Foi o seguinte. A minha mãe foi comigo à escola de condução para me inscrever. Quando lá chegámos, ficámos um bocadinho à espera para ser atendidas. Enquanto isso, ficámos a observar a senhora à nossa frente, que estava a inscrever o filho, a ser atendida. A mulher tinha um ar toda importante, com o cabelo todo arranjado, unhas arranjadas e um cú que mais pareciam dois. O homem da recepção era todo sorrisos para ela. Disse-lhe o valor que ela tinha que pagar e ela sacou do seu livro de cheques e toca a passar um cheque com o valor que o homem disse.

Enquanto ela preenchia o cheque, ele só elogiava e ria e elogiava e contava uma piada e ria e elogiava. A mulher mal abria a boca, só dizia "Sim!", "Sim, claro!" e o homem não faz mais nada. Vai ao armário dos livros do código da estrada, vira-se para a mulher e diz "Sôr Doutora, deixe-me aqui oferecer-lhe um livro do novo código da estrada lá para o seu filho puder começar as suas aulas de código o mais rápido possível". A mulher lá aceitou o livro e nem um "Obrigada" ou um sorriso mostrou e foi-se embora com o livro na mão.

Quando chegou a minha vez de ser atendida, preenchi lá tudo o que tinha a preencher e tal e paguei o que tinha a pagar. O homem diz "Pronto. Está tudo resolvido! Agora é só esperar pela licença!" e a minha mãe perguntou "Então e o livro de código?". E o homem, já sem sorriso nenhum na cara diz "Convém comprar o livro de código para acompanhar nas aulas e custa apenas 15€!"

Não é ser pedinchas ou qualquer coisa assim do género, mas a "Doutora" é "Doutora" e levou um livro oferecido com todos os sorrisos do mundo. A minha mãe como é uma "Borra-Botas" que aí anda a esfolar-se toda juntamente com o meu pai, para me conseguirem pagar um curso superior, tinha que pagar o livro. Mas o pior não era pagar o livro. O pior foi quando a minha mãe perguntou porque é que tinha de pagar o livro, se a senhora antes não o tinha pago, à qual ele respondeu com cara de "é óbvio" o seguinte "Mas aquela senhora é doutora!".


Foi o argumento mais pobre e triste que eu alguma vez ouvi na vida e claro está que a minha mãe não se calou e o homem ouviu ali umas boas, mas sempre na sua maneira discreta. Adoro quando a minha mãe fala assim para as pessoas. Curto e grosso! A sorte do homem é que já tínhamos pago, senão provavelmente não iria ficar naquela escola. 

É por estas e por outras que este país anda assim!

"Anda tudo do avesso,
Nesta rua que atravesso!
Dão milhões a quem os tem
Aos outros um "Passou bem!"

27 de fevereiro de 2014

No café acontecem coisas engraçadas


Estava com uma amiga minha no café, quando o telemóvel dela tocou e como as pessoas normais decidiu atender. Depois de quase 5 minutos a falar ao telemóvel, começou a apalpar os bolsos com a própria mão. Depois de se apalpar toda, abriu a mala, vasculhou com a mão lá dentro e voltou a fechar a mala. Começou a desviar tudo o que estava em cima da mesa, mas nunca deixou de falar ao telemóvel. Eu estava feita parva a olhar para ela a tentar perceber o que raio é que ela estava à procura. 

De repente, ela olhou para mim com um olhar muito desesperado e perguntou "O meu telemóvel?" e eu, sem dar nas vistas que me estava a partir a rir por dentro, disse com toda a calma possível "Procura no chão!" e não é que ela foi feita parva de gatas para o chão ver se o telemóvel lá estava? A esta altura já me estava a partir a rir até que ela decidiu desligar o telemóvel toda aflita para puder procurar com mais calma e... Tcharam... o telemóvel esteve na mão e no ouvido dela o tempo todo.

Nesse momento, apercebi-me que as pessoas viciadas em mandar mensagens, também sentem a falta de mandar mensagens quando têm o próprio telemóvel no ouvido. Como é que é possível?

8 de fevereiro de 2014

A última da minha mãe


A minha mãe foi ao Pingo Doce, comprou chocolates e pôs os chocolates na carteira. Quando chegou a casa, pôs a carteira em cima da mesa. Mais tarde lembrou-se dos chocolates, tirou-os da carteira, colocou-os em cima da mesa e levou a carteira para o armário. Só se apercebeu que algo estava errado, quando reparou que a carteira ocupava muito espaço ao pé da massa e do arroz. 

26 de janeiro de 2014

Finalmente percebi aqueles que têm uma nota óptima, mas mesmo assim reclamam sempre


Há uns anitos atrás (já não são nada poucos), andava eu no secundário e era feliz com tudo. Porquê? Perguntam vocês. Porque juro que nunca peguei num livro enquanto andei lá. Nunca estudei o que quer que fosse e nunca tive uma negativa. Nunca fui um crânio, mas sempre me desenrasquei mais do que suficiente. Quando cheguei ao ensino superior é que percebi que esse meu método já não funcionava lá muito bem, portanto tive de aprender a estudar, tive de aprender a ter métodos de estudo, coisa que nunca tinha tido na vida até ali. 

Mas este post é dedicado ao dia em que saíram as notas dos exames no meu 12º ano. Fiz todos os exames descontraidamente, sabia que não ia chumbar em nenhum (sim, sem sequer agarrar no lápis para estudar rigorosamente nada... como tenho saudades desses tampos). Sempre adorei matemática, sempre foi aquilo que fazia toda a lógica na minha cabeça, sempre foi aquilo que gostava que me fizesse a cabeça funcionar. 

Lembro-me que o exame de matemática me correu particularmente bem e lembro-me também de estar a discutir com os melhores alunos e os meus resultados darem todos ao contrário dos deles. Sinceramente, não liguei, o exame tinha-me corrido bem, era isso que interessava. 

Quando saíram as notas, lá fui eu toda contente ver os meus 13 e 14. Quando cheguei ao exame de matemática, vi que tinha tido 19. 19? É caso para me pôr aos saltos por tudo quanto é lado, não é? Mas ao contrário disso fiquei desiludida. Sim, desiludida, porque quem tem 19, não é porque não sabe, é porque se distraiu e eu detesto distrair-me. Então aí sim, percebi como é ter uma nota espectacular, mas mesmo assim não ficar contente com o assunto. Finalmente, percebi essas pessoas que andam sempre atrás dos professores a pedinchar notas. 

Claro que estava contente com a minha nota, afinal tinha sido a nota mais alta dos meus exames, mas mesmo assim havia qualquer coisa a remoer-me na cabeça. Havia sempre aquela voz na cabeça a dizer "Erraste uma coisinha sem jeitinho nenhum, de certeza absoluta que erraste uma coisa sem jeitinho nenhum". E vivi esse Verão sempre com essa vozinha na cabeça. 

12 de janeiro de 2014

Ops! I did it again


Ontem, voltei a estar com o Ricardo e sim, voltámo-nos a beijar. É aquele que menos me interessa, mas é aquele que tenho beijado muito ultimamente. Não é que eu me importe, mas também não deu para resistir.

10 de janeiro de 2014

Eu e as Barbies


Hoje, lembrei-me que o meu pai costuma dizer que eu era uma criança esperta e preguiçosa ao mesmo tempo. E das histórias que ele acha mais piada tem a ver com barbies.

Nunca fui uma criança muito ligada a barbies, nem nenucos. Uma vez tive um nenuco que fazia xixi e estava muito entusiasmada com o nenuco quando o recebi, mas a partir do momento (5 minutos depois) que percebi que mal punha a água na boca do nenuco, ele a deitava logo fora pelo buraco de baixo, vi logo que aquilo era uma engenharia muito rasca e nunca mais peguei no nenuco. 

Mas esta história tem a ver com as barbies e não com os nenucos. Sempre fui uma criança de rua. Andar a correr dum lado para o outro, andar de bicicleta, andar de skate, jogas às escondidas ou à apanhada, tudo o que se podia fazer na rua. Mas nos dias de chuva em que não se podia ir para a rua, lá ia eu à minha caixinha de barbies desarrumá-las um bocado.

Ainda cheguei a ter umas poucas barbies verdadeiras, mas o resto eram daquelas rascas da loja dos 300 que as pessoas insistiam em dar-me. A única coisa que eu fazia com as barbies ou era cortar-lhes o cabelo ou era combinar as roupitas com os sapatos. E aqui vem a parte em que o meu pai acha piada. Às vezes, tinha uma roupa vestida numa das barbies, mas queria aquela roupa vestida noutra barbie. Preguiçosa e esperta como era, em vez de despir a barbie e vestir a outra, trocava-lhes as cabeças e pronto! Ficavam as duas de roupa trocada de forma simples e eficaz. Poupava tempo e trabalho.

4 de janeiro de 2014

Uma estrela da pornografia



O meu ano começou com a notícia de que uma rapariga com quem brinquei quando era pequena, agora é nada mais, nada menos do que uma estrela porno. Mas não estou a falar em vídeos caseiros, que sabe-se lá como, começam a circular por toda a malta. Estou mesmo a falar literalmente de filmes porno. Daqueles em que o cenário em questão é um sofá (ou uma cama ou até mesmo um divã) e um quadro pendurado na parede.

Nada contra, cada um é livre de ganhar dinheiro da maneira que bem lhe apetece, mas é mesmo muito estranho ver uma rapariga da minha infância a guinchar enquanto leva com ele.

Já viram como começou o meu ano? O vossa foi assim tão fixe?

8 de dezembro de 2013

Engates e tampas


Esta noite, conheci um rapaz muito simpático por acaso, mas eu estou numa fase em que não ligo nenhuma a engates nem nada dessas coisas. Então depois de ter falado um bocado com ele, ele já me queria levar a passear para se puder ter uma conversa mais privada.


Com muita pena minha, não aceitei o convite dele, mas deu-me uma pena ver a carinha de desilusão com que ele ficou.. Devia estar a pensar que eu ia aceitar pela certa, quando eu lhe dei uma resposta negativa foi um choque para ele. 

Se vocês vissem a carinha de beicinho com que ele ficou... coitado do rapaz! Só deu vontade de dizer "Pronto, pronto... vamos lá fora passear um bocado!", mas se eu fizesse isso ia estar a dar esperança ao rapaz e isso não se deve fazer quando não tenho a mínima vontade de o conhecer melhor nessa perspectiva. 

Ele lá ficou um bocado com a cara baixa sem dizer nada e acabou por sair de ao pé de mim pela calada. Deu-me tanta vontade de lhe apertar as bochechas. Que carinha de triste tão fofa que ele tinha.

3 de dezembro de 2013

Putos espertos


Um destes dias, fui com uma amiga minha fazer umas compritas. Ela estava a gastar o dinheiro que tinha recebido da família no aniversário. Com a gente, foi a irmãzita dela de 10 anos. A miúda faz-me rir à gargalhada, porque ninguém a engana e depois faz aquelas poses à adulta que dá logo vontade de rir. 


Agora o ponto máximo dela nesse dia foi quando ela já se estava a sentir frustrada por a irmã mais velha só comprar roupa para ela própria e não comprar nada para a pequena. A minha amiga explicou-lhe qualquer coisa mais ou menos assim: "Este dinheiro é da mana. Quando tu tiveres o teu dinheiro, voltas cá e fazes compras só para ti!". 

Ela pôs as mãos nas ancas, começou a bater o pé, olhou para a minha amiga muito fixamente com ar de poucos amigos e disse assim: "E eu por acaso tenho idade para ter dinheiro e andar às compras sozinha?". Tive que me enfiar atrás de uma prateleira de roupa para me poder rir à vontade, porque a cara da miúda estava tão engraçada.

E mais me ri ainda, quando a minha amiga lhe perguntou o que é que ela queria comprar. Ela cruzou os braços, fez um ar de convencida e respondeu: "Soutiens!".