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20 de agosto de 2014

Uma pessoa fica com o coração aos pulos com estas conversas


Ele: Gostas quando eu faço conchinha contigo?
Eu: Claro que gosto. Adoro sentir o teu corpo à volta do meu!
Ele: E gostas quando adormecemos assim agarrados?
Eu: Gosto muito.
Ele: Então prepara as tuas coisas. Hoje estou sozinho em casa e tu vens dormir comigo.

6 de abril de 2014

A falar com uma rapariga desconhecida que é namorada de um colega meu


Eu: Vais ficar aqui à espera dele? Podias ter ido com ele para não ficares aqui sozinha.
Ela: Ah, não faz mal. No meu curso também costumo ficar muitas vezes à espera de colegas meus.
Eu: Ok. Então fico aqui a fazer-te companhia.
Ela: Obrigada! Lá no meu curso também me costumam fazer companhia quando estou à espera de alguém.
Eu: Mas o tempo de espera é assim muito longo?
Ela: Lá no curso as aulas costumam ser em média de duas horas.
Eu: É como aqui, mas como uma pessoa já está habituada até já nem nota o tempo a passar.
Ela: Lá no meu curso nem notamos nada, porque as aulas são sempre muito atarefadas.
Eu: Olha ainda bem! Eu morro de tédio com as aulas teóricas.
Ela: No meu curso também temos muitas aulas teóricas, mas como estou sempre a tirar apontamentos, tornam-se atarefadas.
Eu: Sim, tens razão! Mas como é que te chamas mesmo?
Ela: Margarida.
Eu: Hmmm! Mas és caloira?
Ela: Não, não, já estou no segundo ano e adoro o meu curso.
Eu: Ainda bem, se não gostasses tornava-se difícil fazer cadeiras.
Ela: Pois é, mas eu adoro o meu curso e fiz tudo à primeira. Este primeiro semestre também fiz tudo à primeira, vamos ver como corre agora o segundo.
Eu: Quem me dera fazer tudo à primeira, já tinha andado daqui para fora.
Ela: No meu curso é preciso estudar muito e eu estou quase sempre a estudar, por isso é que faço tudo à primeira.
Eu: E fazes muito bem!
Ela: O meu curso não é nada fácil e há pessoas que vão para lá e esquecem-se disso.
Eu: É, perdem-se um bocado na vida académica.
Ela: Mas é que vão sair todos os dias e depois esquecem-se de estudar. Naquele curso é preciso estudar mesmo muito.
Eu: É preciso estudar em qualquer curso, depois depende da capacidade de cada um de absorver o que é estudado.
Ela: Ai, mas como o meu curso não há. É preciso estudar mesmo muito.
Eu: É preciso estudar mais no teu curso do que nos outros cursos?
Ela: Sem dúvida alguma.
Eu: Pronto, se tu o dizes, eu acredito. Mas como é que sabes, já estiveste noutro curso sem ser o teu?
Ela: Ai, nem quero! Alguma vez, eu ia estudar outra coisa sem ser o que estou a estudar?
Eu: Pois, não faço ideia. Eu, por exemplo, tenho várias paixões para além do curso que estou a tirar e, por mim, se tivesse dinheiro para dar e vender, passava maior parte da vida a tirar cursos daquilo que gosto.
Ela: Ai, credo! Nunca na vida eu ia estudar outra coisa.

(O namorado dela chegou entretanto.)

Ela: Pronto, vou-me embora que ele já ali está. Se alguma vez passares pela faculdade de medicina eu devo andar por lá.
Eu: Ok, ok! Eu procuro-te se passar por lá! (ou não)

Estava doidinha para que eu lhe perguntasse o curso que está a tirar, mas como nunca perguntei, teve que arranjar maneira de me dizer em que curso estava.

12 de fevereiro de 2014

Dou o maior desprezo possível e parece que o rapaz se incentiva mais a falar comigo


Ele: Olá princesa, como é que andas?
Eu: Com as duas pernas.
Ele: Não sejas má para mim, eu sei que há alguma coisa em mim que tu gostas.
Eu: Gosto dos teus olhos, mas não tenho culpa de gostar de olhos verdes.
Ele: Os meus olhos são azuis.
Eu: Então, nem dos teus olhos gosto.
Ele: Vá lá miúda, eu sei que queres.
Eu: Quero o quê?
Ele: ...
Eu: Reticências? Não estavam nos meus planos.
Ele: Não te armes em difícil.
Eu: Então preferes que deixe de falar contigo? Realmente assim não se nota tanto o desprezo que te dou.
Ele: Mas qual desprezo? Eu sei que me queres.
Eu: Quero sim, bem longe de mim.
Ele: Anda lá, nenhuma miúda me deu para trás antes.
Eu: Não admira, és um chato do pior, elas lá iam para ver se te calavas.
Ele: Elas gostavam.
Eu: As mulheres são muito boas actrizes quando querem.
Ele: Não, elas gostavam que eu sei.
Eu: Tens tanta certeza disso porquê?
Ele: Porque eu sou selvagem!
Eu: Realmente, com essa cara de macaco não admira.
Ele: Pronto, já vi que não queres.
Eu: Demoraste a chegar lá, mas estou orgulhosa de ti.
Ele: Vai-te foder!
Eu: Com muito prazer, mas sem ser contigo.
Ele: Estás a gozar comigo?
Eu: E eu a pensar que já estava orgulhosa de ti, afinal ainda não chegaste lá.
Ele: Mas não queres mesmo?
Eu: Mas quantas vezes tenho que te dizer? Não, não quero. Não estás habituado a levar uma nega? Há uma primeira vez para tudo e agora com licença, mas já não me apetece continuar esta conversa.
Ele: Eu sei que queres... Só te estás a fazer de difícil... Mas já não vais falar mais comigo mesmo?... Estás aí?... Pronto, então se não queres, não te chateio mais... Mas não queres mesmo?

Chaaaaaaaaaato e depois disto bloqueei-o no facebook. Não há paciência para gente assim. Só espero que ele não me apanhe na rua nos próximos tempos. É que já não tenho mesmo pachorra para o aturar. Parecem desesperados à procura de alguma coisa para comer. Pena é das raparigas também desesperadas por alguma coisa para comer e vão logo calhar naquilo.